segunda-feira, 15 de agosto de 2016

A juventude do Cepac a serviço da comunidade

Por Cléber Santiago

Os adolescentes do Projeto Profissionalizante de­senvolveram diversas atividades no fim do mês de junho e início de julho e elas serviram para aproximá-los da realidade do co­tidiano do bairro e, sobretudo, da cidade de Barueri.

Cada uma delas foi pensada em conjunto com um dos instrutores das oficinas oferecidas pelo Cepac e teve como objetivo identificar demadas sociais no entorno da entidade e remediá-las por meio de um projeto específico.

No dia 7 de julho, eles se reuniram para apresentar o balanço de tudo o que foi realizado. As caracte­rísticas de cada ação e os números impressionam. Foram seis frentes de atuação:

Caridade que Esquenta, sob a supervisão do instrutor Kauê: 70 pessoas foram atendidas (Caritas - Casa São Francisco). 30 famílias contribuíram com doações de 180 peças de roupas.

O Dia da Alegria no PS, orientado pelo Júlio, instrutor de Logística, atendeu 28 pacientes no pronto socor­ro do bairro. Ele também esteve à frente do Um dia no Cepac, ação que envolveu 45 beneficiários.

Jovens na Rua (Fazendo a Diferença), liderado pelo Luciano, instrutor de informática, coletou doações, envolveu os jovens no preparo das 101 refeições que foram distribuídas aos moradores em situação de rua.

A Jura (Expressão) usou seus conhecimentos am­bientais para fomentar o Acolher, Adubar e Transfor­mar, que fez 13 dos nossos usuários colocarem a mão na massa e preparar terreno para a horta que será plantada na instituição.

Como não são só os humanos que precisam de cui­dado e carinho, a Gisele - instrutora de Comunica­ção, pensou no Adote um Amicão, uma ação que con­feccionou 10 caminhas, feitas a partir de almofadas, retalhos e pneus usados e 5 comedouros para cães abandonados pelas ruas do Parque Imperial.

O Cepac acredita que contribuir com o desenvolvi­mento social e pessoal das crianças e adolescentes que passam por aqui é mais do que um dever, é uma vocação. Desta forma, é possível transformá-los não apenas em agentes de mudança, mas multiplicado­res dentro da comunidade em que vivem.

Cléber é jornalista, responsável pela Comunicação Institucional do Cepac a partir de 2016.